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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

VIVER BEM:

O autoconhecimento ajuda as pessoas a afastar sentimentos negativos como estresse, mau humor e irritabilidade
Publicação: 07/07/2013 13:23 
As pessoas andam irritadiças, de cara amarrada e sem paciência. O estresse é o vilão. Culpam a falta de tempo e os problemas do dia a dia. Mas há aquelas que encaram os mesmos dilemas e são bem-humoradas. Não se deixam abater pelas dificuldades que todos encaram. Será que tem um segredo, uma receita para levar a vida de forma mais leve?
Problemas todos têm. Dias ruins também. No entanto, muitas internalizam uma amargura que se apresenta na testa franzida, no bico, na falta de educação. Às vezes, pedir licença e dar bom-dia se tornam atitudes raras e até um sacrifício. Por outro lado, há quem se propõe contagiar pela alegria. Trabalha mental e espiritualmente para ter a felicidade como companhia. Não é viver num mundo cor-de-rosa, numa bolha. Pelo contrário. É se condicionar a buscar um temperamento que não maltrate seu fígado, mas que faça ter mais serotonina correndo nas veias.
Equilíbrio interno
Estado de espírito. O humor é determinado pela personalidade de quem ri, pela disposição e bem estar psicológico de cada um. Na história, a partir do século 6 a.C., os filósofos gregos começaram a buscar explicações naturais para a vida, o universo e tantas outras. Na visão grega, o corpo era composto de quatro humores —sangue, fleuma, bílis amarela e bílis negra e os distúrbios eram decorrentes do desequilíbrio entre eles, que regulariam a saúde física e emocional humana. Há também a ideia de que o humor ajuda na compreensão de culturas, religiões e costumes das sociedades de maneira ampla, sendo vital da condição humana. O homem é o único animal que ri.
Para a psicanalista Inez Lemos, o mau humor é um traço da nossa cultura e todo comportamento social reflete um discurso, e, no caso, é o da queixa. “Adoramos reclamar, nos fazer de vítimas, produzir um mau humor, já que com isso vendemos um fracasso que não existe, o que pode gerar algum ganho – afinal, a ordem é ‘levar vantagem em tudo’.”
Ela explica que esse comportamento é típico de pessoas neuróticas, que não tiveram oportunidade ou não quiseram questionar e analisar o sintoma. Inez conta que cada sujeito traz registros psíquicos que revelam o humor, as posturas, definindo-o “se é uma pessoa de bom astral ou não”. Ela destaca ainda que “se uma criança cresce entre adultos mal-humorados, intolerantes, impulsivos ou mães deprimidas, ela pode ser contaminada. Contudo, se crescemos entre pessoas positivas e alegres, que sabem lidar com as adversidades e frustrações, as chances de nos tornarmos pessoas ‘de bem com a vida’ são grandes”.

Harmonia
Por outro lado, Inez lembra que, no campo objetivo, o mau humor pode surgir em função de um cotidiano estressado, trânsito carregado, trabalho excessivo, violência, declínio da vida afetiva, filhos, etc. “Porém, há pessoas que,mesmo diante das chaturas da vida, conseguem manter um sorriso, ser gentis, tolerantes.” Ela reforça o que sempre diz: “Viver bem é para profissionais, não para amadores. E os profissionais do bem viver são aqueles que conquistaram equilíbrio interno, que estabelecem uma relação harmônica com a vida, lutaram para adquirir estrutura e elegância na alma”. Com segurança, a psicanalista enfatiza que há sempre uma forma de driblar a cultura, convocar forças e sabedoria ao enfrentar as dificuldades do mundo. “A vida de prazer é muito boa, mas é o sofrimento que nos molda”. Por mais repetitivo que seja para alguns, até clichê, na real “significa que o bonito é aprender com os fracassos e manter a alegria, o gosto pela vida. Não são os objetos que enfeitam o mundo, mas as pessoas coloridas, radiantes e iluminadas por dentro”. Um conselho? É de graça e de quem tem know-how para falar: “Bom humor é conquista. Vale a pena persegui-lo e lutar por ele”.
Palavra de especialista - Escolha e patologia
“Existe uma gama ampla de estados de humor, mas basicamente podemos analisá-lo por dois ângulos. Há um grupo de pessoas que têm o humor normal, sem alterações e outro que apresenta algum tipo de transtorno de humor. No primeiro existem algumas pessoas que têm uma atitude de vida diferenciada, bem-humorada, comportamento esse que é uma escolha. Acreditam que tudo vai dar certo e encaram o desafio com a certeza de que vão superá-lo,mesmo que parcialmente. Essas pessoas vão buscar força e formas diferentes de lidar com os problemas. No segundo grupo estão as pessoas com transtornos depressivos, personalidades melancólicas. Algumas podem ter distimia,a doença do mau humor. Para elas tudo é ruim e vai dar errado. E mesmo quando ganham na loteria não ficam extremamente felizes. Precisam procurar tratamento porque estão doentes e necessitam de ajuda terapêutica e medicamentosa.”

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

ACEITAR VOCÊ, O OUTRO, AS CIRCUNSTÂNCIAS...

A vida é sempre tão simples, mas sempre estamos querendo que ela seja complicada, querendo que ela seja diferente. Que as pessoas sejam diferentes do que são, que nós sejamos de outro jeito, que situações que acontecem naturalmente, não aconteçam. Vivemos essa insatisfação conosco, com o outro, com a vida. E isso torna a vida muito frustante. Está sempre querendo que as pessoas e as circunstâncias sejam como gostaríamos que fossem, nos causa muito sofrimento e infelicidade. A aceitação é a chave para a transformação, para alcançar a tão desejada felicidade. A partir do momento que aceitamos a nós mesmos, o outro e as circunstâncias é que podemos transformar. É fundamental entender que aceitar não significa desistir, se anular, mas seguir adiante com otimismo e compreensão das limitações que estão presentes em todas as coisas da vida,  é ter uma atitude saudável diante da vida.  A seguir a Oração da Serenidade, para ser pensada todos os dias:
 Deus, concedei-me a serenidade para ACEITAR as coisas que não posso modificar. CORAGEM para modificar aquelas que posso. SABEDORIA para perceber a diferença.  
No mais não esqueça, não esqueça: viemos para sermos felizes, sejamos felizes! Por uma vida plena e feliz! Pense, pense nisso! Beijos

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

UMA QUESTÃO DE BOM HUMOR!

não me pertence, tirei da Web
A imagem não é minha tirei da webimagem retirada da web
Uma amiga muito querida, Angélica, me enviou por e-mail e eu pensei imediatamente em dividi com um maior número de pessoas possível este texto que achei muito legal pra vida de cada um de nós. Ele fala sobre o bom humor, eu também acho muito importante este estado de espírito. Por que não sorrir? Por que ficar de cara amarrada? Vai melhorar as coisas? Acredito que não. Com certeza estamos aqui para sermos felizes! Não tem sentido o pessimismo e o mau humor, pois a vida é muito curta e precisamos vivê-la da melhor forma possível, fazendo sempre o nosso melhor, com leveza. Deixando fluir, porque não sabemos quando partiremos, mas sabemos que partiremos, mais cedo ou mais tarde. Tudo é uma questão de humor, de bom humor. Saber levar a vida é viver com bom humor. E o mau humor, o que fazer com ele? O mau humor, não serve pra nada, só pra afastar as pessoas e nos tornar ranzinzas e solitári@s. A partir daqui vou deixá-l@s com o texto, espero que aproveitem a leitura. Um abraço carinhoso.
Não parece, mas uma afirmação simples e óbvia pode fazer você parar pra pensar numa coisa que muitas vezes passa despercebido em nosso dia a dia: pessoas de bom humor também são pessoas de sorte. É isso mesmo, um caminha ao lado do outro!
 Uma qualidade reconhecida em qualquer situação, é sem dúvida o passaporte para alcançar uma boa colocação profissional, é a porta de entrada para se fazerem boas e valorosas amizades, e porque não dizer, facilita e muito na hora da conquista. Mas, cuidado! Bem humorado é diferente de “engraçadinho”, de inconveniente. O bem humorado, aquele que tem atitudes positivas, “caça” para si oportunidades que transformam os acontecimentos de sua vida, sejam eles quais forem, mais amenos e mais fáceis.
 Aquele que possui o dom do bom humor, invariavelmente enxerga a vida positivamente, é otimista, consegue ver o lado bom das coisas e tem sempre uma palavra de conforto e entusiasmo.
 Fala sério! Quem não quer uma pessoa assim como colega de trabalho, como amigo, como companheiro, como chefe?
É claro que os acontecimentos e as preocupações da vida nem sempre nos permitem estar em permanente estado de animação. Sem dúvida vale o esforço para desenvolver habilidades de relacionamento, tornando-os mais agradáveis. Aqui vão algumas dicas que com certeza funcionam como bons motivos para sorrir mais:
 1. O bom humor aproxima as pessoas. Na questão dos relacionamentos de trabalho é altamente positivo!
 2. O bom humor reduz a pressão arterial e eleva os níveis de cortisol, um antinflamatório natural;
 3. Pessoas felizes são mais hábeis na hora de tomar decisões. Chefe pense nisso!
 4. O riso alivia dores, faz o organismo liberar endorfina, substância que provoca bem estar:
 5. O sorriso ativa a circulação local, pois aciona 14 músculos do rosto. Um santo remédio para prevenir as temidas rugas!
 6. O sorriso é contagioso, pode experimentar você vai adorar!
 7. Quando entramos no campo profissional, constatamos que HUMOR faz parte dos 5 Hs tão valorizados por especialistas em recursos humanos. São eles: Honestidade,Habilidade, Humildade, HUMOR e Higiene.
Pois bem, não se esqueçam: sorrir faz bem a alma e ao coração. Não percam a oportunidade de sorrir ou retribuir um sorriso.
O resultado é surpreendente e sua vida com certeza será muito mais iluminada!
  “Sorriso é coisa que não se deve poupar, mesmo com dor, pois um sorriso pode ser uma luz no infinito para alguém que está perdido, para alguém que nunca teve um carinho, para quem nunca soube o que é sorrir, mesmo com dor... o sorriso é o vento levando a tempestade para longe...”

Sorte e Sucesso a todos!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

AUTO-ESTIMA: Como aprender a gostar de si mesmo



Querid@s Amig@s sempre digo que viemos á este mundo,  para sermos felizes, e que somos felizes em companhia dos outr@s. Viemos para viver uma vida plena e feliz! Este texto de Nathaniel Branden do livro Auto-estima trata de como podemos atingir esta proposta. Boa leitura!
A importância da auto-estima
A forma como nos sentimos a cerca de nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. 
Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós mesmos. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos outros. 
Além de problemas biológicos, não consigo pensar em uma única dificuldade psicológica – da ansiedade e depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma auto-estima negativa. 
De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória. 
Vamos entender o que é auto-estima. Ela tem dois componentes: 
o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades). 
Ter uma AUTO-ESTIMA ELEVADA é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. 
Ter uma AUTO-ESTIMA BAIXA é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas ERRADO COMO PESSOA. 
Ter uma AUTO-ESTIMA MÉDIA é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo– reforçando, portanto, a incerteza.
A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza, pois a capacidade de pensar é a fonte básica da nossa competência, e o fato de que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade. 
Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de auto-estima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim. Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “EU NÃO SOU O SUFICIENTE”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem. No processo de crescimento e no processo de vivenciar esse crescimento, é muito fácil que nos alienemos do auto conceito positivo (ou que nunca formemos um). 
Poderemos nunca chegar a uma visão feliz de nós mesmos devido a informações negativas vindas dos outros, ou porque falhamos em nossa própria honestidade, integridade, responsabilidade e auto-afirmação, ou porque julgamos nossas próprias ações com uma compreensão e uma compaixão inadequadas. 
Entretanto, a auto-estima é sempre uma questão de grau. Não conheço ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima. Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. 

domingo, 21 de outubro de 2012